Arquivo da categoria ‘Ensino Bíblico’

Dons

agosto 2, 2010

DONS CONGREGACIONAIS OU MINISTERIAIS

1 – Serviços ou Ministérios Rm 12:7

È a capacidade que o Espírito Santo dá a certos membros do Corpo de Cristo, a fim de identificar as necessidades não satisfeitas envolvidas em alguma tarefa relacionada à obra de Deus, e fazendo uso de recursos disponíveis para satisfazer aquelas necessidades de ajuda, obtendo assim os alvos desejados.

Dons do serviço não operam de pessoa para pessoa, centrado na pessoa, conforme se vê nos casos dos dons da misericórdia e do socorro. Volve-se mais para as tarefas a serem cumpridas. Um serviço usualmente é prestado mais em favor de uma instituição e seus alvos, e não em favor de alguém. Presta-se mais para qualquer tipo de ajuda.

SERVIÇO, MISERICÓRDIA, SOCORRO – SÃO ESSENCIAIS PARA UMA BOA SAÚDE DO CORPO.

2 – Exortação Rm 12:8

Exortar: O sentido grego é consolar, encorajar, animar.

O Dom da Exortação: é a capacidade sobrenatural dada pelo Espírito Santo aos crentes, para que possam ministrar palavras de consolo, encorajamento e ânimo aos membros do corpo, de tal modo que estes se sintam ajudados e curados.

Distintas formas de se manifestar

Em uma situação de pregação ou ensino, ou em um encontro de grupo.

Em uma situação particular de pessoa, para satisfazer a necessidade específica de um momento especial.

O mais eminente exemplo bíblico do Dom da Exortação é Barnabé, que foi chamado de “FILHO DA EXORTAÇÃO”, em At 4:36. Foi Barnabé quem confiou em Paulo no início de sua conversão, a despeito da desconfiança dos Apóstolos sobre a ingenuidade da conversão de Paulo. Também foi Barnabé quem percebeu o potencial espiritual de João Marcos e o escolheu, embora Paulo o estivesse rejeitado.

Os membros do Corpo que têm o dom da Exortação são conselheiros por excelência.

3 – Contribuição ou mantenedor Rm 12:8

É uma capacitação sobrenatural dada pelo ESPÍRITO SANTO, a determinados membros do Corpo de Cristo, para que contribuam com recursos materiais, de tal maneira que membros do Corpo, bem como a obra do Senhor, possa ser suprida, e isso com liberdade e satisfação.

O dom de contribuição faz parte do grupo básico de necessidades para a obra de Evangelização Mundial.

MANTENEDOR – INTERCESSOR – MISSIONÁRIO

Embora o ato de contribuir seja dever de todo crente, os irmãos são dotados do dom de Contribuição, exercem esse papel com um desprendimento e alegria, acima dos demais membros do Corpo de Cristo.

Geralmente os Cristãos possuidores desse Dom possuem riquezas materiais ou irão possuir, para que possam melhor desempenhar seu papel no Corpo de Cristo.

O Dom de Contribuição acha-se diretamente ligado às questões: FÉ – LIBERDADE – GRATIDÃO. Exemplo Bíblico: Lucas 8:2-3.

4 – Liderança ou que Preside

É a capacitação dada pelo Espírito Santo aos membros de Cristo, para que saibam estabelecer alvos à outros de acordo com o propósito de Deus, transmitindo esses alvos a outros de maneira voluntária e harmoniosa de tal maneira que sejam concretizados para a glória de Deus.

5 – Misericórdia Rm 12:8

Capacidade especial dada a determinados membros do Corpo de Cristo para que sintam genuína empatia e compaixão pelas pessoas, tanto crentes como incrédulos, que esteja, sofrendo aflições físicas, mentais ou emocionais, traduzindo essa compaixão em atos que refletem o amor de Cristo e alivia o sofrimento.

Os que recebem o Dom de Misericórdia ocupam-se das relações com uma pessoa de cada vez. Buscam alguém que esteja precisando de ajuda e desenvolvem um ministério pessoal com esse alguém. Exibem um amor prático e cheio de compaixão.

Se o dom da exortação ajuda as pessoas principalmente com palavras de amor e estímulo, o dom de misericórdia ajuda as pessoas principalmente por meio de atos de amor.

Os benefícios do dom de misericórdia são os enfermos, os retardados, os prisioneiros, os cegos, os pobres, os idosos, os aleijados. Beneficia tanto os crentes como incrédulos.

6 – Socorro

Capacidade sobrenatural dada pelo Espírito Santo a determinados membros do Corpo de Cristo para investirem seus talentos na vida e no seu ministério de outros membros do Corpo de Cristo, capacitando assim à pessoa ajudada a aumentar a eficácia dos seus dons espirituais.

Ao contrário do dom de misericórdia que favorece os desprotegidos da sorte, o Dom de socorro favorece os crentes que estão exercendo o seu ministério.

Duas classes clássicas de pessoas que operam no dom de socorro são as secretárias de servos e os escritórios que escrevem livros ou biografias de outros servos de Deus, engrandecendo o ministério no anonimato. Rm 16:22

Ao contrário também do dom de serviço que atua mais na área de tarefas a serem cumpridas no todo o dom de socorro atua mais no contexto de pessoa para pessoa, centrado na pessoa, assistindo seu ministério.

Parece-nos que alguém que exerceu o dom de socorro na Bíblia, de uma maneira brilhante foi Lucas em relação a Paulo.

7 – Hospitalidade

Capacidade especial dada pelo Espírito Santo a determinados crentes para que possam prover abrigo e calorosa recepção para aqueles que estão necessitados de alimento e abrigo.

As pessoas dotadas deste Dom sentem-se mais felizes em casa com hóspedes do que sem eles.

A hospitalidade era algo de sumo importância nos dias do Novo Testamento, principalmente para os missionários que enfrentavam situações de viagens muito diferentes das de hoje, quando contamos com hotéis, hospedarias, cartões de crédito e agências bancárias por toda a parte.

A hospitalidade é muito útil no crescimento das igrejas de hoje quando o esforço evangelístico gira em torno de estudos bíblicos em reuniões nos lares e a filosofia ministerial da igreja inclui a multiplicação de Igrejas domésticas.

8 – Intercessão

A capacidade de orar por extensos períodos de tempo com regularidade, recebendo o mover do coração de Deus, bem como as respostas freqüentes e específicas para suas orações, em um grau muito mais do que aquilo que se espera do crente comum. Esse é o INTERCESSOR.

Visto como a oração é um dever de todo crente, não se menciona com muita freqüência a intercessão como um dom ministerial.

O tripé: INTERCESSÃO – MANTENEDOR – MISSIONÁRIO formam a base do trabalho de evangelismo mundial.

A identificação, a Agonia (dores de parto) e a Autoridade são os elementos fundamentais da intercessão.

5 PASSOS PARA DESCOBRIS OS DONS

Antes de analisarmos cada passo queremos averiguar 4 condições básicas fundamentais:

a) Em primeiro lugar você deve ser crente. Os dons são conferidos exclusivamente aos membros do corpo.

b) Em segundo lugar, você deve crer nos dons espirituais. Você precisa crer que Deus lhe outorgou um Dom Espiritual, antes que dê início ao processo de busca.

c) Você deve estar disposto a esforçar-se. Os cinco passos a serem vistos constituem um exercício espiritual.

d) Em quarto lugar é necessário oração. Antes, durante e depôs do processo, você precisa orar. Tg 1:5.

PASSO 1 – EXPLORAR AS POSSIBILIADES

COMO:

* Estude o assunto na palavra de Deus.

* Procure ler amplamente sobre o assunto.

* Conhecer e ter comunhão com pessoas que conheçam e atuem nos seus dons espirituais.

* Faça dos dons um tema de diálogo.

PASSO 2 – EXPERIMENTE O MAOIR NÚMERO POSSÍVEL DE DONS (MINISTERIAIS)

Descobrimos nossos dons espirituais da mesma maneira que descobrimos os nossos talentos. Você jamais descobrirá se tem talento para jogar futebol enquanto não experimentar.

É obvio que existem alguns dons espirituais que não se prestam facilmente para serem experimentados. Se experimentamos agir em várias áreas onde atuam vários dons, eu devo perguntar a mim mesmo. Quais os dons eu não possuo? Quais dons eu possuo? Cada dom que você descobrir que não possui diminuirá o número de opções que você precisa explorar, até obter uma resposta positiva.

PASSO 3 – EXAMINE SEUS SENTIMENTOS

Deus sabe que se tivermos alegria do cumprimento de uma tarefa, faremos um trabalho melhor do que se não gostássemos da mesma. Parte do plano de Deus consiste em combinar o dom espiritual que ele tem nos dado com os nossos sentimentos, de tal maneira, que se tivermos um dom haveremos de sentir prazer no desfrutar do mesmo. Muitas vezes podemos estar ainda experimentando, ou buscando descobrir o nosso dom ministerial e nesta fase pose ser que o que estamos fazendo para Deus, não nos realize totalmente como pessoa. Mas quando estivermos no dom que Deus tem para nós, no centro da vontade de Deus, sentiremos uma sensação de realização e prazer. Teremos sentimentos favoráveis.

PASSO 4 – AVALIE SUA EFICIÊNCIA

Visto que os dons espirituais têm em vista cumprir tarefas, não fora de ordem esperar que os mesmos funcionem. Quando estamos procurando fazer algo para Deus, e o nosso rendimento é muito baixo em relação a outros irmãos fazendo a mesma coisa, Deus pode estar querendo nos dizer alguma coisa.

Se recebermos o dom ministerial de evangelista, então as pessoas receberão a Cristo regularmente por nosso ministério. Se recebermos o dom a exortação, ajudaremos pessoas encorajando-as sem problemas. Se tivermos recebido o dom da cura, pessoas enfermas serão curadas. Quando os dons espirituais autênticos estão em operação, aquilo que se espera que aconteça estará acontecendo.

PASSO 5 – ESPERE A CONFIRMAÇÃO DA PARTE DO CORPO DE CRISTO

Se você julga que possui um dom espiritual e está procurando exerce-lo, mas ninguém em sua Igreja pensa assim, então o mais provável é que esteja enganado. Um dom espiritual precisa ser confirmado. A confirmação da parte do Corpo de Cristo serve de confirmação de todos os passos aqui referidos, é o passo mais importante de todos. Os dons funcionam num contexto de corpo, é necessário, portanto que os demais membros tenham a palavra final na confirmação de seu dom.

DONS

Muitas vezes numa Congregação local notamos a falta de evangelistas e mestres, em outras de pastores, ou ainda profetas e etc. Quando existe essa carência de dons ministeriais em qualquer igreja local, sempre haverá sérias conseqüências para tal ministério. Podemos perguntar: Por que tal carência? Terá Cristo falhado? Certamente que não. O que pode ter acontecido?

A Bíblia é clara em declarar a soberania de deus em relação aos dons: “Como lhe apraz”. 1Co 12:11 e 28. Mas isso não exclui a necessidade da oração por Dons, nem a responsabilidade humana no exercício deles. Assim é que as escrituras nos exortem: “Procurai, com zelo os melhores dons”. 1Co 13:31 “…e a orar pedindo outros dons além do que já possuímos”.  1Co 14:13 e 39. E ainda se nos lembra com ênfase a necessidade de desempenharmos fielmente nossos ministérios no corpo. Rm 12:6-8; 1Tm 4:14; 2Tm 1:6.

Podemos perguntar:

a) O que nós temos feito para descobrir nosso ministério e atuar nele?

b) Temos buscado desenvolver nosso ministério?

REMÉDIO PARA A FALTA DE DONS

A) ORAÇÃO – mesmo com promessa devemos orar. Os cristãos primitivos (Apóstolos) receberam a promessa de pentecostes, mesmo assim não deixaram de orar em favor de tal. A igreja deve orar pedindo a Deus qualquer dom que lhe falte.

B) ENCORAJAMENTO – devemos incentivar sistematicamente o desempenho de todos os Dons dentro da Igreja, estimulando-se especialmente o dom que mais está faltando até que se recupere o equilíbrio.

C) RECONHECIMENTO – existe a probabilidade de os dons estarem presentes numa congregação, embora não reconhecidos.

RESPONSABILIDADE JUNTO AOS DONS

a) Deve-se conservar viva a fé. Rm 12:7-8. A Fé débil e frouxa esgota o sangue vital de quaisquer Dons do Espírito.

b) Deve-se vigiar o seu ministério. 1Co 9:27. Deve-se zelar ou cultivar seu Dom, para que se torne um técnico no seu ministério e possa procurar progredir para a edificação da igreja. Dedicando bastante tempo ao aperfeiçoamento e sustento do ministério dado por Deus.

c) São necessárias qualidades de caráter. Os dons nada valem sem o Amor, sem CARATER CRISTÃO. 1Co 13.

junho 7, 2010

 

 ESTUDO SOBRE JEJUM

TIPOS DE JEJUM

1- O JEJUM TÍPICO

É o jejum de alimento sólido Mt 4:2 (teve fome)

2 – JEJUM COMPLETO At 9:9 (absoluto)

  • É a abstinência de sólido e liquido.
  • Trata-se de um jejum perigoso e não deve se estender por dias, consulte seu médico.

3 – O JEJUM PARCIAL

  • É a abstinência de certo tipo de alimento por um período de tempo Dn 1:8,12. Água e legumes.
  • Geralmente tira-se alimento indispensável aos nossos hábitos. Ex.: pão, café, bebidas (refrigerante), doces.
  • Também durante algumas horas do dia fica sem alimento.
  • Jejum parcial inclui também relação sexual entre marido e mulher, desde que haja consentimento de ambos. 1Co 7:5a.

A – DURAÇÃO

Geralmente na maioria das vezes o jejum bíblico durava um dia – do pôr de um dia ao pôr do sol de outro dia – Jz 20:26; 1Sm 14:24; 2Sm 1:12,3:35. Isto obedecia ao costume judaico Gn 1:5, 6, 31.

B – DE UMA NOITE Dn 6:18

C – 3 DIAS COMPLETOS Et 4:6

Em tempos de perigo para a Nação de Israel.

D – 40 DIAS

Apenas três homens na Bíblia jejuaram por 40 dias: Moisés, Elias e Jesus.

OS PERIGOS DO JEJUM

Contudo a prática de jejum oferece certos perigos. Talvez seja por isso que a Bíblia não contenha um mandamento explícito com respeito a melhor ocasião para o jejum e a duração dele.

a)      de natureza física;

b)      se a pessoa não está disposta a entregar-se a oração, as vezes, por longos períodos;

a mera privação de alimento não tem nenhum valor, se não for acompanhada por um exercício espiritual nas mesmas proporções.

c)   a hipocrisia Mt 6:16; Lc 18:12

  • quando chama a atenção dos outros pelo fato de estar jejuando,
  • quando se acha mais espiritual do que outro que não jejua ou faz menos tempo de jejum. Ou que todos façam como você.

 

d)      legalismo ou religiosidade

  • a abstinência de alimento as vezes é associada com a idéia de se fazer obras; para agradar a Deus. Ex.: para alcançar salvação, porque todos jejuam você tem que jejuar. Rm 14:17

Não é obra de justiça praticado por nós ( Tt 3:5)

  • Ao que não trabalha mas crê. Rm 4:5, não somos salvos pelas obras.
  • A credibilidade está quando alguém crê que Deus será louvado pela consagração do corpo.
  •  Is 58:3 – jejum frustrado por não está correta a motivação
  • No Antigo Testamento eles se vestiam de pano de saco e rasgavam suas vestes, para demonstrar a sua sinceridade e arrependimento, diz Joel em Jl 2:12,13.

 

COMO JEJUAR BIBLICAMENTE

Não é meramente abster-se de alimento, (problema de saúde, emagrecer, deixar de almoçar ou jantar).

A – é necessário orar, arrepender-se, fazer uma sondagem no coração, leitura e meditação da Palavra.

B – é preciso que tenha um objetivo espiritual.

C – a Bíblia não especifica o tempo de duração ou quantas vezes, mas também não nos isenta de jejuar. Devemos fazer de livre e espontânea vontade e, após buscar a orientação de Deus.

D – Demonstrar a sinceridade e firmeza de propósito de oração e fé. Ex.: Esquecer ou trocar petições ou abandonar.

  • não fazer regime ou só se privar de alimento
  • por haver um objetivo de crescimento ou fortalecimento, você poderá ser provado ou tentado por satanás( com fome, desanimo, doença).

 

ANTES DE JEJUAR (resumo)

1 – Determine previamente o tempo

2 – Estabeleça um tipo de jejum (total, parcial, típico)

3 – Planeje passar boa parte do tempo em oração.

  • Arrependimento Jr 14:12 – sonde seu coração para tirar todo pecado
  • Peça perdão 1Jo 1:9; 1Jo 1:7 – não desanime, declare sua vitória 1Co 10:13; 1Jo 5:4-6.
  • Adore ao Senhor pela fé
  • Ore incessantemente 1Ts 5:17 , com fé Tg 1:6 e Mt 7:7
  • Leia e medite na Palavra Rm 10:17; Jo15:7; 1Jo 3:23
  • Jejue e adore a Deus Lc2:37, pelo que Ele é e pelo que Ele faz.

 

A QUEBRA DO JEJUM

  • Cuide das principais refeições;
  • Ore entregando, louvando e adorando;
  • Está disponível a servi-Lo.

 

 Pr. Evandro Henrique Adriano

 

maio 18, 2010

DONS CONGREGACIONAIS OU MINISTERIAIS

1 – Serviços ou Ministérios Rm 12:7

È a capacidade que o Espírito Santo dá a certos membros do Corpo de Cristo, a fim de identificar as necessidades não satisfeitas envolvidas em alguma tarefa relacionada à obra de Deus, e fazendo uso de recursos disponíveis para satisfazer aquelas necessidades de ajuda, obtendo assim os alvos desejados.

Dons do serviço não operam de pessoa para pessoa, centrado na pessoa, conforme se vê nos casos dos dons da misericórdia e do socorro. Volve-se mais para as tarefas a serem cumpridas. Um serviço usualmente é prestado mais em favor de uma instituição e seus alvos, e não em favor de alguém. Presta-se mais para qualquer tipo de ajuda.

SERVIÇO, MISERICÓRDIA, SOCORRO – SÃO ESSENCIAIS PARA UMA BOA SAÚDE DO CORPO.

 

2 – Exortação Rm 12:8

Exortar: O sentido grego é consolar, encorajar, animar.

O Dom da Exortação: é a capacidade sobrenatural dada pelo Espírito Santo aos crentes, para que possam ministrar palavras de consolo, encorajamento e ânimo aos membros do corpo, de tal modo que estes se sintam ajudados e curados.

Distintas formas de se manifestar

Em uma situação de pregação ou ensino, ou em um encontro de grupo.

Em uma situação particular de pessoa, para satisfazer a necessidade específica de um momento especial.

O mais eminente exemplo bíblico do Dom da Exortação é Barnabé, que foi chamado de “FILHO DA EXORTAÇÃO”, em At 4:36. Foi Barnabé quem confiou em Paulo no início de sua conversão, a despeito da desconfiança dos Apóstolos sobre a ingenuidade da conversão de Paulo. Também foi Barnabé quem percebeu o potencial espiritual de João Marcos e o escolheu, embora Paulo o estivesse rejeitado.

Os membros do Corpo que têm o dom da Exortação são conselheiros por excelência.

3 – Contribuição ou mantenedor Rm 12:8

É uma capacitação sobrenatural dada pelo ESPÍRITO SANTO, a determinados membros do Corpo de Cristo, para que contribuam com recursos materiais, de tal maneira que membros do Corpo, bem como a obra do Senhor, possa ser suprida, e isso com liberdade e satisfação.

O dom de contribuição faz parte do grupo básico de necessidades para a obra de Evangelização Mundial.

MANTENEDOR – INTERCESSOR – MISSIONÁRIO

 

Embora o ato de contribuir seja dever de todo crente, os irmãos são dotados do dom de Contribuição, exercem esse papel com um desprendimento e alegria, acima dos demais membros do Corpo de Cristo.

Geralmente os Cristãos possuidores desse Dom possuem riquezas materiais ou irão possuir, para que possam melhor desempenhar seu papel no Corpo de Cristo.

O Dom de Contribuição acha-se diretamente ligado às questões: FÉ – LIBERDADE – GRATIDÃO. Exemplo Bíblico: Lucas 8:2-3.

4 – Liderança ou que Preside

É a capacitação dada pelo Espírito Santo aos membros de Cristo, para que saibam estabelecer alvos à outros de acordo com o propósito de Deus, transmitindo esses alvos a outros de maneira voluntária e harmoniosa de tal maneira que sejam concretizados para a glória de Deus.

5 – Misericórdia Rm 12:8

Capacidade especial dada a determinados membros do Corpo de Cristo para que sintam genuína empatia e compaixão pelas pessoas, tanto crentes como incrédulos, que esteja, sofrendo aflições físicas, mentais ou emocionais, traduzindo essa compaixão em atos que refletem o amor de Cristo e alivia o sofrimento.

Os que recebem o Dom de Misericórdia ocupam-se das relações com uma pessoa de cada vez. Buscam alguém que esteja precisando de ajuda e desenvolvem um ministério pessoal com esse alguém. Exibem um amor prático e cheio de compaixão.

Se o dom da exortação ajuda as pessoas principalmente com palavras de amor e estímulo, o dom de misericórdia ajuda as pessoas principalmente por meio de atos de amor.

Os benefícios do dom de misericórdia são os enfermos, os retardados, os prisioneiros, os cegos, os pobres, os idosos, os aleijados. Beneficia tanto os crentes como incrédulos.

6 – Socorro

Capacidade sobrenatural dada pelo Espírito Santo a determinados membros do Corpo de Cristo para investirem seus talentos na vida e no seu ministério de outros membros do Corpo de Cristo, capacitando assim à pessoa ajudada a aumentar a eficácia dos seus dons espirituais.

Ao contrário do dom de misericórdia que favorece os desprotegidos da sorte, o Dom de socorro favorece os crentes que estão exercendo o seu ministério.

Duas classes clássicas de pessoas que operam no dom de socorro são as secretárias de servos e os escritórios que escrevem livros ou biografias de outros servos de Deus, engrandecendo o ministério no anonimato. Rm 16:22

Ao contrário também do dom de serviço que atua mais na área de tarefas a serem cumpridas no todo o dom de socorro atua mais no contexto de pessoa para pessoa, centrado na pessoa, assistindo seu ministério.

Parece-nos que alguém que exerceu o dom de socorro na Bíblia, de uma maneira brilhante foi Lucas em relação a Paulo.

 

7 – Hospitalidade

Capacidade especial dada pelo Espírito Santo a determinados crentes para que possam prover abrigo e calorosa recepção para aqueles que estão necessitados de alimento e abrigo.

As pessoas dotadas deste Dom sentem-se mais felizes em casa com hóspedes do que sem eles.

A hospitalidade era algo de sumo importância nos dias do Novo Testamento, principalmente para os missionários que enfrentavam situações de viagens muito diferentes das de hoje, quando contamos com hotéis, hospedarias, cartões de crédito e agências bancárias por toda a parte.

A hospitalidade é muito útil no crescimento das igrejas de hoje quando o esforço evangelístico gira em torno de estudos bíblicos em reuniões nos lares e a filosofia ministerial da igreja inclui a multiplicação de Igrejas domésticas.

8 – Intercessão

A capacidade de orar por extensos períodos de tempo com regularidade, recebendo o mover do coração de Deus, bem como as respostas freqüentes e específicas para suas orações, em um grau muito mais do que aquilo que se espera do crente comum. Esse é o INTERCESSOR.

Visto como a oração é um dever de todo crente, não se menciona com muita freqüência a intercessão como um dom ministerial.

O tripé: INTERCESSÃO – MANTENEDOR – MISSIONÁRIO formam a base do trabalho de evangelismo mundial.

 A identificação, a Agonia (dores de parto) e a Autoridade são os elementos fundamentais da intercessão.

5 PASSOS PARA DESCOBRIS OS DONS

 

Antes de analisarmos cada passo queremos averiguar 4 condições básicas fundamentais:

a) Em primeiro lugar você deve ser crente. Os dons são conferidos exclusivamente aos membros do corpo.

b) Em segundo lugar, você deve crer nos dons espirituais. Você precisa crer que Deus lhe outorgou um Dom Espiritual, antes que dê início ao processo de busca.

c) Você deve estar disposto a esforçar-se. Os cinco passos a serem vistos constituem um exercício espiritual.

d) Em quarto lugar é necessário oração. Antes, durante e depôs do processo, você precisa orar. Tg 1:5.

PASSO 1 – EXPLORAR AS POSSIBILIADES

 

COMO:

* Estude o assunto na palavra de Deus.

* Procure ler amplamente sobre o assunto.

* Conhecer e ter comunhão com pessoas que conheçam e atuem nos seus dons espirituais.

* Faça dos dons um tema de diálogo.

PASSO 2 – EXPERIMENTE O MAOIR NÚMERO POSSÍVEL DE DONS (MINISTERIAIS)

Descobrimos nossos dons espirituais da mesma maneira que descobrimos os nossos talentos. Você jamais descobrirá se tem talento para jogar futebol enquanto não experimentar.

É obvio que existem alguns dons espirituais que não se prestam facilmente para serem experimentados. Se experimentamos agir em várias áreas onde atuam vários dons, eu devo perguntar a mim mesmo. Quais os dons eu não possuo? Quais dons eu possuo? Cada dom que você descobrir que não possui diminuirá o número de opções que você precisa explorar, até obter uma resposta positiva.

 

 

PASSO 3 – EXAMINE SEUS SENTIMENTOS

Deus sabe que se tivermos alegria do cumprimento de uma tarefa, faremos um trabalho melhor do que se não gostássemos da mesma. Parte do plano de Deus consiste em combinar o dom espiritual que ele tem nos dado com os nossos sentimentos, de tal maneira, que se tivermos um dom haveremos de sentir prazer no desfrutar do mesmo. Muitas vezes podemos estar ainda experimentando, ou buscando descobrir o nosso dom ministerial e nesta fase pose ser que o que estamos fazendo para Deus, não nos realize totalmente como pessoa. Mas quando estivermos no dom que Deus tem para nós, no centro da vontade de Deus, sentiremos uma sensação de realização e prazer. Teremos sentimentos favoráveis.

PASSO 4 – AVALIE SUA EFICIÊNCIA

Visto que os dons espirituais têm em vista cumprir tarefas, não fora de ordem esperar que os mesmos funcionem. Quando estamos procurando fazer algo para Deus, e o nosso rendimento é muito baixo em relação a outros irmãos fazendo a mesma coisa, Deus pode estar querendo nos dizer alguma coisa.

Se recebermos o dom ministerial de evangelista, então as pessoas receberão a Cristo regularmente por nosso ministério. Se recebermos o dom a exortação, ajudaremos pessoas encorajando-as sem problemas. Se tivermos recebido o dom da cura, pessoas enfermas serão curadas. Quando os dons espirituais autênticos estão em operação, aquilo que se espera que aconteça estará acontecendo.

PASSO 5 – ESPERE A CONFIRMAÇÃO DA PARTE DO CORPO DE CRISTO

Se você julga que possui um dom espiritual e está procurando exerce-lo, mas ninguém em sua Igreja pensa assim, então o mais provável é que esteja enganado. Um dom espiritual precisa ser confirmado. A confirmação da parte do Corpo de Cristo serve de confirmação de todos os passos aqui referidos, é o passo mais importante de todos. Os dons funcionam num contexto de corpo, é necessário, portanto que os demais membros tenham a palavra final na confirmação de seu dom.

DONS

Muitas vezes numa Congregação local notamos a falta de evangelistas e mestres, em outras de pastores, ou ainda profetas e etc. Quando existe essa carência de dons ministeriais em qualquer igreja local, sempre haverá sérias conseqüências para tal ministério. Podemos perguntar: Por que tal carência? Terá Cristo falhado? Certamente que não. O que pode ter acontecido?

A Bíblia é clara em declarar a soberania de deus em relação aos dons: “Como lhe apraz”. 1Co 12:11 e 28. Mas isso não exclui a necessidade da oração por Dons, nem a responsabilidade humana no exercício deles. Assim é que as escrituras nos exortem: “Procurai, com zelo os melhores dons”. 1Co 13:31 “…e a orar pedindo outros dons além do que já possuímos”.  1Co 14:13 e 39. E ainda se nos lembra com ênfase a necessidade de desempenharmos fielmente nossos ministérios no corpo. Rm 12:6-8; 1Tm 4:14; 2Tm 1:6.

Podemos perguntar:

a) O que nós temos feito para descobrir nosso ministério e atuar nele?

b) Temos buscado desenvolver nosso ministério?

REMÉDIO PARA A FALTA DE DONS

A) ORAÇÃO – mesmo com promessa devemos orar. Os cristãos primitivos (Apóstolos) receberam a promessa de pentecostes, mesmo assim não deixaram de orar em favor de tal. A igreja deve orar pedindo a Deus qualquer dom que lhe falte.

B) ENCORAJAMENTO – devemos incentivar sistematicamente o desempenho de todos os Dons dentro da Igreja, estimulando-se especialmente o dom que mais está faltando até que se recupere o equilíbrio.

C) RECONHECIMENTO – existe a probabilidade de os dons estarem presentes numa congregação, embora não reconhecidos.

RESPONSABILIDADE JUNTO AOS DONS

a) Deve-se conservar viva a fé. Rm 12:7-8. A Fé débil e frouxa esgota o sangue vital de quaisquer Dons do Espírito.

b) Deve-se vigiar o seu ministério. 1Co 9:27. Deve-se zelar ou cultivar seu Dom, para que se torne um técnico no seu ministério e possa procurar progredir para a edificação da igreja. Dedicando bastante tempo ao aperfeiçoamento e sustento do ministério dado por Deus.

c) São necessárias qualidades de caráter. Os dons nada valem sem o Amor, sem CARATER CRISTÃO. 1Co 13.

 

maio 18, 2010

AVAREZA

A idolatria de outro Deus – Parte II

OLHANDO PARA AS RIQUEZAS PELAS LENTES DE DEUS: TRÊS MOTIVOS PARA NÃO DESEJAR SER RICO

Nesta Edição continuaremos nossa reflexão sobre o pecado da avareza. Em nosso texto base I Timóteo 6:6-19 podemos observar importantes advertências para que não sejamos enredados pelo amor ao dinheiro. Como o próprio texto alerta: aqueles que querem ficar ricos caem em tentação. O maior anseio dos nossos corações deve ser o Senhor e nada pode competir com Ele. A riqueza não é um problema em si mesma, mas quando ela se torna uma deus, é terrível prisão e cilada. Vejamos agora três motivos apresentados pela Palavra para não desejarmos ser ricos:

1. Daqui nada se leva

Em 1Tm 6:7, Paulo afirma: “Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele”. Mesmo que você seja o mais rico dos homens, na hora da morte vai sem levar nada material. É como em um museu de artes, é possível ir até lá para admirar belas obras, porém não é possível compra-las e leva-las para casa, ainda que se ofereça uma enorme quantia de dinheiro. Portanto, que valor terá o dinheiro quando nos apresentarmos diante do trono de Deus? Entendemos que existem coisas muito mais importantes para perseguimos diligentemente, coisas que levaremos para a eternidade.

2. A simplicidade é boa e possível

O verso 8 de I Tm 6 diz: “Tendo sustento e com o que nos vestir, estejamos contentes”. Os crentes podem e devem estar contentes com as coisas simples da vida. Pois a simplicidade é boa e possível quando temos Deus por nós, não precisamos de dinheiro extra para ter paz e segurança. Nossa segurança está na fidelidade do Senhor, pois está escrito “Nunca te deixarei, jamais te abandonarei”, Hb 135b. Podemos estar satisfeitos porque nossos prazeres mais profundos e satisfatórios nos são dados por Deus, por meio das dádivas da natureza e dos relacionamentos. Ao contrário, o excesso de bens faz com que a satisfação e gratidão diminuam a cada novo bem adquirido. Nós , porém, devemos investir o que nos é acrescentado em riqueza e bens naquilo que realmente fará diferença: a pregação do Evangelho para bilhões de pessoas que não têm qualquer testemunho dele.

3. A busca por riquezas leva à destruição.

I Tm 6:9-10: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e, alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores”. Nenhum crente que deseja alegria eterna em Cristo pode, ao mesmo tempo, desejar ser atormentado com muitas dores. Portanto, nenhum crente deseja ser rico. É preciso refletir… De onde você aprendeu sua atitude para com dinheiro? Da Bíblia ou de uma cultura materialista na qual estamos inseridos? Será que entendemos que esta questão é ameaçadora para a vida cristã?

Para aqueles que já são ricos

I Tm 6:6-10 foi escrito para pessoas que não são ricas, mas que podem se sentir tentadas a tornarem-se ricas. Já os versos 17 a 19 do mesmo capítulo, estão direcionados para um grupo na comunhão que já era rico. “Que acumulem para si mesmos tesouros, sólidos fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida”. Outros textos também aconselham o mesmo: Mt 6:19,20; Lc 12:33; Lc 16:9.

Em suma, há uma maneira de usar seu dinheiro que traz benefícios para a vida eterna – não porque a vida eterna pode ser comprada, mas porque a maneira como o dinheiro é utilizado revela onde está a esperança do coração da pessoa.

Três direções para o rico sobre como utilizar o dinheiro e assegurar seu futuro eterno:

1- Não permita que o dinheiro produza orgulho

I Tm 6:17ª: “Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos”. Quem não sente um senso de superioridade depois de um investimento que rendeu bons dividendos? A grande atração ao dinheiro está no poder que ele dá e no orgulho que ele alimenta. Paulo diz: não deixe isso acontecer.

2- “Nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus que tudo proporciona ricamente para nosso aprazimento” (I Tm 6:17b).

Marcos 10:23 relata: “Então, Jesus, olhando ao redor, disse aos seus discípulos: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!”. É muito difícil olhar para toda a esperança  n’Ele. Mas este é o único caminho para o rico! Se não conseguir fazer isso, está perdido! Sua esperança deve estar em deus mais do que em qualquer outro recurso natural.

3- Os ricos devem usar seu dinheiro para as boas obras e devem ofertar com liberalidade e generosidade.

I Tm 6:18: “que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir”. Uma vez libertos do magnetismo do orgulho e com sua esperança em Deus e não em seu dinheiro, só há uma coisa que pode acontecer: o dinheiro irá fluir livremente para multiplicar os multiformes ministérios de Cristo. O faminto será alimentado. O doente será tratado. O ignorante será ensinado. E os povos distantes serão alcançados.

O que você deseja? Acumular para si mesmo tesouros, sólido fundamento, a fim de se apoderar da verdadeira vida? Ou cair em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição, se desviando da fé e a si mesmo se atormentando com muitas dores?

O autor solicitou para não informar os créditos.

Texto retirado na integra da Revista MCM POVOS, ano 2, p. 34-35, 16ª edição, abril 2010.

maio 12, 2010

DONS CONGREGACIONAIS OU MINISTERIAIS

1 – Serviços ou Ministérios Rm 12:7

È a capacidade que o Espírito Santo dá a certos membros do Corpo de Cristo, a fim de identificar as necessidades não satisfeitas envolvidas em alguma tarefa relacionada à obra de Deus, e fazendo uso de recursos disponíveis para satisfazer aquelas necessidades de ajuda, obtendo assim os alvos desejados.

Dons do serviço não operam de pessoa para pessoa, centrado na pessoa, conforme se vê nos casos dos dons da misericórdia e do socorro. Volve-se mais para as tarefas a serem cumpridas. Um serviço usualmente é prestado mais em favor de uma instituição e seus alvos, e não em favor de alguém. Presta-se mais para qualquer tipo de ajuda.

SERVIÇO, MISERICÓRDIA, SOCORRO – SÃO ESSENCIAIS PARA UMA BOA SAÚDE DO CORPO.

 

2 – Exortação Rm 12:8

Exortar: O sentido grego é consolar, encorajar, animar.

O Dom da Exortação: é a capacidade sobrenatural dada pelo Espírito Santo aos crentes, para que possam ministrar palavras de consolo, encorajamento e ânimo aos membros do corpo, de tal modo que estes se sintam ajudados e curados.

Distintas formas de se manifestar

Em uma situação de pregação ou ensino, ou em um encontro de grupo.

Em uma situação particular de pessoa, para satisfazer a necessidade específica de um momento especial.

O mais eminente exemplo bíblico do Dom da Exortação é Barnabé, que foi chamado de “FILHO DA EXORTAÇÃO”, em At 4:36. Foi Barnabé quem confiou em Paulo no início de sua conversão, a despeito da desconfiança dos Apóstolos sobre a ingenuidade da conversão de Paulo. Também foi Barnabé quem percebeu o potencial espiritual de João Marcos e o escolheu, embora Paulo o estivesse rejeitado.

Os membros do Corpo que têm o dom da Exortação são conselheiros por excelência.

3 – Contribuição ou mantenedor Rm 12:8

É uma capacitação sobrenatural dada pelo ESPÍRITO SANTO, a determinados membros do Corpo de Cristo, para que contribuam com recursos materiais, de tal maneira que membros do Corpo, bem como a obra do Senhor, possa ser suprida, e isso com liberdade e satisfação.

O dom de contribuição faz parte do grupo básico de necessidades para a obra de Evangelização Mundial.

MANTENEDOR – INTERCESSOR – MISSIONÁRIO

 

Embora o ato de contribuir seja dever de todo crente, os irmãos são dotados do dom de Contribuição, exercem esse papel com um desprendimento e alegria, acima dos demais membros do Corpo de Cristo.

Geralmente os Cristãos possuidores desse Dom possuem riquezas materiais ou irão possuir, para que possam melhor desempenhar seu papel no Corpo de Cristo.

O Dom de Contribuição acha-se diretamente ligado às questões: FÉ – LIBERDADE – GRATIDÃO. Exemplo Bíblico: Lucas 8:2-3.

4 – Liderança ou que Preside

É a capacitação dada pelo Espírito Santo aos membros de Cristo, para que saibam estabelecer alvos à outros de acordo com o propósito de Deus, transmitindo esses alvos a outros de maneira voluntária e harmoniosa de tal maneira que sejam concretizados para a glória de Deus.

5 – Misericórdia Rm 12:8

Capacidade especial dada a determinados membros do Corpo de Cristo para que sintam genuína empatia e compaixão pelas pessoas, tanto crentes como incrédulos, que esteja, sofrendo aflições físicas, mentais ou emocionais, traduzindo essa compaixão em atos que refletem o amor de Cristo e alivia o sofrimento.

Os que recebem o Dom de Misericórdia ocupam-se das relações com uma pessoa de cada vez. Buscam alguém que esteja precisando de ajuda e desenvolvem um ministério pessoal com esse alguém. Exibem um amor prático e cheio de compaixão.

Se o dom da exortação ajuda as pessoas principalmente com palavras de amor e estímulo, o dom de misericórdia ajuda as pessoas principalmente por meio de atos de amor.

Os benefícios do dom de misericórdia são os enfermos, os retardados, os prisioneiros, os cegos, os pobres, os idosos, os aleijados. Beneficia tanto os crentes como incrédulos.

6 – Socorro

Capacidade sobrenatural dada pelo Espírito Santo a determinados membros do Corpo de Cristo para investirem seus talentos na vida e no seu ministério de outros membros do Corpo de Cristo, capacitando assim à pessoa ajudada a aumentar a eficácia dos seus dons espirituais.

Ao contrário do dom de misericórdia que favorece os desprotegidos da sorte, o Dom de socorro favorece os crentes que estão exercendo o seu ministério.

Duas classes clássicas de pessoas que operam no dom de socorro são as secretárias de servos e os escritórios que escrevem livros ou biografias de outros servos de Deus, engrandecendo o ministério no anonimato. Rm 16:22

Ao contrário também do dom de serviço que atua mais na área de tarefas a serem cumpridas no todo o dom de socorro atua mais no contexto de pessoa para pessoa, centrado na pessoa, assistindo seu ministério.

Parece-nos que alguém que exerceu o dom de socorro na Bíblia, de uma maneira brilhante foi Lucas em relação a Paulo.

 

7 – Hospitalidade

Capacidade especial dada pelo Espírito Santo a determinados crentes para que possam prover abrigo e calorosa recepção para aqueles que estão necessitados de alimento e abrigo.

As pessoas dotadas deste Dom sentem-se mais felizes em casa com hóspedes do que sem eles.

A hospitalidade era algo de sumo importância nos dias do Novo Testamento, principalmente para os missionários que enfrentavam situações de viagens muito diferentes das de hoje, quando contamos com hotéis, hospedarias, cartões de crédito e agências bancárias por toda a parte.

A hospitalidade é muito útil no crescimento das igrejas de hoje quando o esforço evangelístico gira em torno de estudos bíblicos em reuniões nos lares e a filosofia ministerial da igreja inclui a multiplicação de Igrejas domésticas.

8 – Intercessão

A capacidade de orar por extensos períodos de tempo com regularidade, recebendo o mover do coração de Deus, bem como as respostas freqüentes e específicas para suas orações, em um grau muito mais do que aquilo que se espera do crente comum. Esse é o INTERCESSOR.

Visto como a oração é um dever de todo crente, não se menciona com muita freqüência a intercessão como um dom ministerial.

O tripé: INTERCESSÃO – MANTENEDOR – MISSIONÁRIO formam a base do trabalho de evangelismo mundial.

 A identificação, a Agonia (dores de parto) e a Autoridade são os elementos fundamentais da intercessão.

5 PASSOS PARA DESCOBRIS OS DONS

 

Antes de analisarmos cada passo queremos averiguar 4 condições básicas fundamentais:

a) Em primeiro lugar você deve ser crente. Os dons são conferidos exclusivamente aos membros do corpo.

b) Em segundo lugar, você deve crer nos dons espirituais. Você precisa crer que Deus lhe outorgou um Dom Espiritual, antes que dê início ao processo de busca.

c) Você deve estar disposto a esforçar-se. Os cinco passos a serem vistos constituem um exercício espiritual.

d) Em quarto lugar é necessário oração. Antes, durante e depôs do processo, você precisa orar. Tg 1:5.

PASSO 1 – EXPLORAR AS POSSIBILIADES

 

COMO:

* Estude o assunto na palavra de Deus.

* Procure ler amplamente sobre o assunto.

* Conhecer e ter comunhão com pessoas que conheçam e atuem nos seus dons espirituais.

* Faça dos dons um tema de diálogo.

PASSO 2 – EXPERIMENTE O MAOIR NÚMERO POSSÍVEL DE DONS (MINISTERIAIS)

Descobrimos nossos dons espirituais da mesma maneira que descobrimos os nossos talentos. Você jamais descobrirá se tem talento para jogar futebol enquanto não experimentar.

É obvio que existem alguns dons espirituais que não se prestam facilmente para serem experimentados. Se experimentamos agir em várias áreas onde atuam vários dons, eu devo perguntar a mim mesmo. Quais os dons eu não possuo? Quais dons eu possuo? Cada dom que você descobrir que não possui diminuirá o número de opções que você precisa explorar, até obter uma resposta positiva.

 

 

PASSO 3 – EXAMINE SEUS SENTIMENTOS

Deus sabe que se tivermos alegria do cumprimento de uma tarefa, faremos um trabalho melhor do que se não gostássemos da mesma. Parte do plano de Deus consiste em combinar o dom espiritual que ele tem nos dado com os nossos sentimentos, de tal maneira, que se tivermos um dom haveremos de sentir prazer no desfrutar do mesmo. Muitas vezes podemos estar ainda experimentando, ou buscando descobrir o nosso dom ministerial e nesta fase pose ser que o que estamos fazendo para Deus, não nos realize totalmente como pessoa. Mas quando estivermos no dom que Deus tem para nós, no centro da vontade de Deus, sentiremos uma sensação de realização e prazer. Teremos sentimentos favoráveis.

PASSO 4 – AVALIE SUA EFICIÊNCIA

Visto que os dons espirituais têm em vista cumprir tarefas, não fora de ordem esperar que os mesmos funcionem. Quando estamos procurando fazer algo para Deus, e o nosso rendimento é muito baixo em relação a outros irmãos fazendo a mesma coisa, Deus pode estar querendo nos dizer alguma coisa.

Se recebermos o dom ministerial de evangelista, então as pessoas receberão a Cristo regularmente por nosso ministério. Se recebermos o dom a exortação, ajudaremos pessoas encorajando-as sem problemas. Se tivermos recebido o dom da cura, pessoas enfermas serão curadas. Quando os dons espirituais autênticos estão em operação, aquilo que se espera que aconteça estará acontecendo.

PASSO 5 – ESPERE A CONFIRMAÇÃO DA PARTE DO CORPO DE CRISTO

Se você julga que possui um dom espiritual e está procurando exerce-lo, mas ninguém em sua Igreja pensa assim, então o mais provável é que esteja enganado. Um dom espiritual precisa ser confirmado. A confirmação da parte do Corpo de Cristo serve de confirmação de todos os passos aqui referidos, é o passo mais importante de todos. Os dons funcionam num contexto de corpo, é necessário, portanto que os demais membros tenham a palavra final na confirmação de seu dom.

DONS

Muitas vezes numa Congregação local notamos a falta de evangelistas e mestres, em outras de pastores, ou ainda profetas e etc. Quando existe essa carência de dons ministeriais em qualquer igreja local, sempre haverá sérias conseqüências para tal ministério. Podemos perguntar: Por que tal carência? Terá Cristo falhado? Certamente que não. O que pode ter acontecido?

A Bíblia é clara em declarar a soberania de deus em relação aos dons: “Como lhe apraz”. 1Co 12:11 e 28. Mas isso não exclui a necessidade da oração por Dons, nem a responsabilidade humana no exercício deles. Assim é que as escrituras nos exortem: “Procurai, com zelo os melhores dons”. 1Co 13:31 “…e a orar pedindo outros dons além do que já possuímos”.  1Co 14:13 e 39. E ainda se nos lembra com ênfase a necessidade de desempenharmos fielmente nossos ministérios no corpo. Rm 12:6-8; 1Tm 4:14; 2Tm 1:6.

Podemos perguntar:

a) O que nós temos feito para descobrir nosso ministério e atuar nele?

b) Temos buscado desenvolver nosso ministério?

REMÉDIO PARA A FALTA DE DONS

A) ORAÇÃO – mesmo com promessa devemos orar. Os cristãos primitivos (Apóstolos) receberam a promessa de pentecostes, mesmo assim não deixaram de orar em favor de tal. A igreja deve orar pedindo a Deus qualquer dom que lhe falte.

B) ENCORAJAMENTO – devemos incentivar sistematicamente o desempenho de todos os Dons dentro da Igreja, estimulando-se especialmente o dom que mais está faltando até que se recupere o equilíbrio.

C) RECONHECIMENTO – existe a probabilidade de os dons estarem presentes numa congregação, embora não reconhecidos.

RESPONSABILIDADE JUNTO AOS DONS

a) Deve-se conservar viva a fé. Rm 12:7-8. A Fé débil e frouxa esgota o sangue vital de quaisquer Dons do Espírito.

b) Deve-se vigiar o seu ministério. 1Co 9:27. Deve-se zelar ou cultivar seu Dom, para que se torne um técnico no seu ministério e possa procurar progredir para a edificação da igreja. Dedicando bastante tempo ao aperfeiçoamento e sustento do ministério dado por Deus.

c) São necessárias qualidades de caráter. Os dons nada valem sem o Amor, sem CARATER CRISTÃO. 1Co 13.

 

abril 30, 2010

Ministração do Culto de ensino – 26/04/2010

DONS ESPIRITUAIS PARA O CRENTE

I Coríntios 12

  • Palavra de Sabedoria
  • Palavra de Conhecimento
  • Cura
  • Operação de Milagres
  • Profecia
  • Discernimento de Espíritos
  • Variedades de Línguas
  • Interpretação de Línguas

 

DONS DE REVELAÇÃO

a)      Palavra de Sabedoria.

b)      Palavra de Conhecimento.

c)      Discernimento de Espíritos.

DONS DE PODER – ONIPOTÊNCIA DE DEUS

d)      Dons de cura.

e)      Fé.

f)        Milagres ou Maravilha

DONS DE INSPIRAÇÃO

g)      Profecia.

h)      Variedades de línguas.

i)        Interpretação de línguas.

1 – DONS DE REVELAÇÃO

A – PALAVRA DE SABEDORIA:

É uma capacitação sobrenatural dada pelo ESPÍRITO SANTO ao crente para responder ou resolver uma questão particular. Em Mateus 22:15-22, João 8:11 e Ireis 3:16-28 encontramos o selo da Inspiração de DEUS. Encaixa-se no ministério Evangelístico. É necessário para quebrar barreiras impostas pelos homens.

B – PALAVRA DE CONHECIMENTO OU CIÊNCIA:

É uma pequena porção do total conhecimento de DEUS, concedido sobrenaturalmente pelo ESPÍRITO SANTO para um fim proveitoso. É uma concessão momentânea da própria onisciência divina de um fato em pausa. A palavra de Conhecimento ou Ciência revela fatos do presente e passado. Já a profecia aponta para o futuro. João 1:47-49; João 4:15-19; Mateus 17:24-27.

C – DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS:

Habilidade dada ao crente pelo ESPÍRITO SANTO para se reconhecer a fonte espiritual dos fenômenos ou acontecimento do momento.

QUATRO TIPOS DE ESPÍRITOS

1 – Espírito de DEUS: Jo 1:32-33

2 – Os anjos: Hb 1:13-14

3 – Espírito do homem: Lc 1:46-47

4 – Os demônios: Mc 16:17 e Mc 9:25

 

Dentro dessas quatro atuações o Dom de discernimento nos revelará quais são ou qual é o espírito que está agindo ou dominando a situação.

Manifestação desse Dom em meio a uma situação fará que jamais sejamos enganados.

É um salvaguarda contra decepções tanto do poder maligno quanto da hipocrisia das pessoas que nos rodeiam.

Não é para descobrir os defeitos das pessoas.

Devemos dar maior importância ao espírito que atua e não à descoberta.

EXEMPLOS DESSA MANIFESTAÇÃO

Lc 13:11-13 – Ajudar na libertação de pessoas oprimidas por espíritos imundos.

Mc 9:17-27 – JESUS discerniu o espírito.

At 13:9-11 – Paulo desmascara um servo do diabo.

At 16:16-18 – O caso da jovem adivinhadora.

1 Tm 4:1-2 – Discernir espíritos que operam em seitas.

2 Ts 2:9 – Desmascarar os milagres de Satanás.

2 – DONS DE PODER

D – DONS DE CURA

*DONS: No plural porque são diversos tipos de doenças e variações. Esse dom aponta para a Redenção do corpo.

É uma habilidade que o Espírito Santo concede a alguns membros do Corpo de Cristo para curar enfermidades de uma maneira sobrenatural.

Considerações:

- É uma manifestação específica e singular do Espírito Santo a um e não a todos com a ressalva que nem todos serão curados.

- A enfermidade pode ser permitida por Deus a uma pessoa, por motivos que dizem respeito à sua soberania. EX: Jó 2:1-6; Gl 4:12-14; 1Tm 5:23-24; 2Cr 16:12; 2Tm 4:20; Gn 48:1-2; 2Rs13:14.

- A incredulidade é um empecilho para cura. Mt 13:53-58.

- Falta de perdão, pactos com Demônios, impedem a cura, Mt 9:1-8; Jr 8:15-22.

- A oração da cura deve ser exercitada por pastores e líderes da Igreja. Tg 5:14.

- O Dom de Curar é também um meio de atrair pessoas ao Evangelho. Jo 6:2.

- É uma forma de Liberar e Sarar os enfermos, das obras do Diabo no corpo humano. Lc 13:10-17.

ALGUNS TIPOS DE CURAS BÍBLICAS:

IMPOSIÇÃO DE MÃOS

Mc 16-18 (símbolo da transferência do poder de DEUS).

- Através de uma Palavra Falada . Mt 8:4-15.

- Por meio de um toque. Mt 8:3.

- Vestes pessoais de Paulo. At 5:15-16.

- Os métodos são diversos, porém o Espírito Santo é quem opera todas as curas através do Dom e da Fé do crente.

E – FÉ

BÍBLIA MENCIONA PELO MENOS 4 TIPOS DE FÉ:

1 – A fé simples do homem, fruto da própria escolha do homem em crer em Deus. Mt 9:28-29; Mt8:5-13;

2 – A fé que é decorrente da comunhão com DEUS na palavra. Rm 10-17.

3 – A fé como fruto do Espírito. Gl 5:22.

4 – A fé como dom. É uma capacitação sobrenatural dada pelo Espírito Santos para que o crente realize determinada tarefa. 1Co 12:9; Rm 12:3.

Em atos 27:23-25, encontramos um exemplo onde segundo cremos, o Dom da fé foi ministrada à oração do Apóstolo Paulo.

- O ministério da cura e milagres necessita diretamente do Dom, da fé.

F – OPERAÇÃO DE MILAGRES OU MARAVILHA:

A palavra traduzida por operação de milagres (Dunamis, GR) que quer dizer.

 

OPERAÇÃO DE PODER

- Essa manifestação do Espírito Santo dá ênfase ao poder de DEUS operando na Igreja.

- Operação de Milagres – é o dom do Espírito Santo que capacita o crente a operar coisas extraordinárias, além do curso natural da natureza.Exemplos Bíblicos: Mt 14:15-21; Mt 14-22-33; Js 10:12-15; 1Rs 17:1-6.

 - Uma consideração importante de se fazer, é que os milagres, não são somente para os tempos bíblicos, como afirmam alguns estudiosos mais céticos. Jo 14:12.

3 – DONS DE INSPIRAÇÃO

G – PROFECIA

O Dom de Profecia é a capacitação sobrenatural dada pelo Espírito Santo ao crente, para que se faça presente na Igreja a Declaração Divina Inspirada, falada pelo Cristão na Congregação, debaixo da unção do ESPIRITO SANTO.

No grego, o sentido básico dessa palavra é “Anunciar” ou “Falar” em lugar de outrem, ou seja, Falar em nome de Deus.

DIFERENÇA ENTRE MINISTÉRIO DE PROFECIA E DOM DE PROFECIA.

No ministério profético a pessoa e o caráter estão envolvidos, mas no dom isso não está tanto em pauta, a ênfase está na fase e na soberania do ESPIRITO SANTO. Ex.: 1Samuel 19:20-24; Jr 1:9-10, 17-19.

No ministério profético, o profeta é profeta todo o tempo, porém no dom de profeta o profeta só é profeta enquanto profetiza.

O dom de profecia não é para dirigir a Igreja e seus negócios. O governo porem, faz parte do ministério profético.

O profeta é a boca de Deus tanto no dom como no ministério.

O ministério profético era reconhecido no N.T. Atos 11:27-28; Atos 13:1; At 21:8-14.

CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES

1 – Deus pode usar o dom como se fosse o ministério profético. 1Co 14:29.

2 – Toda profecia deve ser julgada. 1Co 14:29.

3 – O dom do Discernimento de Espíritos faz-se necessário.

4 – O perigo que acompanha o dom de profecia são as exposições falsas que poderão vir de:

A) Fonte maligna: Mt 8:29; At 16-17.

B) Fantasia humana. At 13:6 (Falsos Profetas).

5 – O propósito da profecia é tríplice:

EDIFICAÇÃO

CONSOLAÇÃO 1Co 14:3

EXORTAÇÃO

6 – Dois tipos de profecia:

A) Profecia estática: Interpretação de Línguas (assume o caráter profético).

B) Profecia Dinâmica: Profecia falada diretamente.

7 – Um outro propósito da profecia é convencer os incrédulos e manifestar os segredos dos seus corações. 1Co 14:24-25.

8 – Há mandamento para buscarmos esse dom particularmente, com zelo. 1Co 14:39.

9 – A profecia beneficia o corpo, ao contrário do dom de Línguas que edifica o próprio crente, a não ser

Quando há interpretação. 1Co 14:4-5.

10 – Um crente pode receber o dom de profecia ou qualquer outro dom no Batismo com Espírito Santo. Atos 19:6.

11 – O possuidor do dom é responsável pelo seu uso, sendo que o Espírito do profeta está sujeito ao profeta. 1Co 14:31.

COMO JULGAR UMA PROFECIA

A)    O propósito final da verdadeira profecia é tríplice: Edificar, Consolar, Exortar. 1Co 14:3.

B)     Toda verdadeira profecia sempre concorda com o Espírito e a letra das Escrituras; o Espírito Santo nunca se contradiz a si mesmo. 2Tm 3:16; Is 8:19-20.

C)    Toda verdadeira profecia exalta e glorifica a Jesus e dá a Ele completa autoridade. Jo 16:14, Ap 19:10.

D)    A verdadeira profecia produz fruto em caráter e conduta que concordará sempre com o fruto do ESPIRITO SANTO. At 2:14-47; Lc 3:7-14.

E)     Se a profecia contém predições concernentes ao futuro e estas não se cumprem, esta profecia não veio de Deus. Dt 18:20-22.

F)     Ainda que uma profecia contenha predições corretas ou revelações sobrenaturais, pode não ser de Deus se os seus efeitos produzem desobediência contra Deus e as Escituras. Dt 13:1-5.

G)    A verdadeira profecia produz liberdade, nunca escraviza ou traz manipulação humana. 2Co 3:17.

H)    A profecia dada pelo ESPIRITO SANTO testifica com os que ouvem, trazendo paz a todos os corações. At 13:1-3.

H – VARIEDADE DE LÍNGUAS

É uma capacitação sobrenatural dada pelo ESPIRITO SANTO a membros do Corpo de Cristo para falarem em um idioma que nunca aprenderam.

POSICIONAMENTOS CONTESTÁVEIS OU EXTREMADOS:

1)      Negar a veracidade do Dom, baseado em 1Co 13:8.

2)      Mistificar o Dom.

3)      Exigir esse Dom como evidência obrigatória do batismo com o ESPÍRITO SANTO.

DOIS TIPOS DISTINTOS DE LÍNGUAS; 1Co 13:1.

A)    Língua dos homens – TERRENA (nacional), ESTRANGEIRA.

B)     Língua dos Anjos – Celestial, não compreendida por homens.

LÍNGUA DOS HOMENS; At 2:5-13

Consiste num sinal para os incrédulos, numa manifestação do Poder de Deus; 1Co 14:22.

Em Atos 2:5-13 foi proclamado o evangelho e as grandezas de Deus aos perdidos, em suas próprias línguas, e o resultado foram 3.000 conversões num só dia. (LÍNGUA DOS ANJOS, DIVERSAS LÍNGUAS)

DOIS TIPOS DE LÍNGUA:

1)      Devocional: – Não exige interpretação

                          – Edificação própria; 1Co 14.4

                         – O campo de ação é a pessoa de Deus.

2) Ministerial ou Profética; 1Co 14:26-31.

                          -É necessário intérprete.

                          – O campo de ação; a pessoa de Deus e a Igreja.

CARACTERÍSTICAS DO SOM DE LÍNGUAS (ANJOS)

- Não é uma língua humana, portanto ninguém entende humanamente.

- Não necessariamente acompanha o batismo com o ESPÍRITO SANTO.

- Tem necessidade de um dom suplementar (a interpretação).

- O dom de línguas com interpretação se nivela a profecia.

- Pode ser expresso através de oração, de cânticos e ações de graça.

- No dom de línguas damos liberdade ao Espírito Santo para interceder com o nosso espírito como convém. Rm 8:26-27.

REGRAS A SEREM OBSERVADAS NO USO DESSE DOM A IGREJA

- Falar em línguas publicamente deve ser somente em reuniões de pessoas cristãs.

 - Numa reunião onde houver manifestação do Dom, deve-se falar no máximo 3 pessoas e sucessivamente. 1Co 14:27.

- É contra o propósito de Deus falar em outras línguas na Igreja sem que haja interpretação. 1Co 14:28. (A não ser quando ela falar consigo mesma sem adquirir um caráter coletivo).

- Quem ora em línguas deve orar para que possa interpretá-las, para poder orar com entendimento; 1Co 14:13.

- O Dom deve ser ministrado com sabedoria e ordem; 1Co 14:33 e 40.

- Não deve ser proibido esse dom na Igreja, 1Co 14:39.

- Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos próprios profetas; 1Co 14:32.

I – INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS

É a habilidade dada pelo Espírito Santo para falar, numa linguagem entendida pela pessoa que fala, o sentido de palavras primeiramente pronunciadas numa linguagem desconhecida.

* É primeiramente para a Igreja, sendo uma forma estática de profecia.

* O objetivo desse Dom é tornar o Dom de Línguas edificante para a Igreja, levando-a a participar unânime da oração do Espírito e da manifestação de DEUS através de alguém.

*É o único Dom que depende necessariamente de outro (Dom de Línguas).

MEIOS DE INTERPRETAÇÃO 1Co 14:6

Dois níveis:

A) O entender

B) O comunicar

  • ENTENDER                            

* Revelação – Desvendamento

*Conhecimento Objetivo – se é consolo, profecia, etc.

*Em forma de profecia – interpreta que Deus está falando diretamente.

  • COMUNICAR                 

 *Em forma de ensino – Comunica com suas palavras o que Deus falou.

*A revelação e o conhecimento são internos e a profecia e o ensino são externos.

 Ministrado pelo Pr. Evandro Henrique Adriano

 

 

 

 

abril 23, 2010

EVANGELISMO

 Evangelismo é evangelizar, ou seja, anunciar as boas novas de salvação a todos os que se encontram perdidos sem Jesus. A prioridade da igreja é e sempre será a obra de ganhar almas para o Reino de Deus, de pregar o evangelho genuíno ao perdido, anunciar liberdade ao cativo, dar vista ao cego e para isso é necessário se preparar em oração, estudar a palavra (BÍBLIA) e devotar uma vida em obediência a voz do Senhor para alcançar êxito; e assim nos apresentarmos como obreiros aprovados na seara do Senhor.

• Definição de evangelismo pessoal: é a obra de falar de Cristo aos perdidos individualmente, é levá-los a Cristo o Salvador (Jo 1:41,42 e At 8:30)

 • O alvo do evangelismo pessoal. O alvo é tríplice: salvar os perdidos; restaurar os que se afastam aos caminhos de Deus e edificar os cristãos. Para evangelizar, o ganhador de almas tem que ter experiência própria de salvação. É um paradoxo, alguém conduzir um pecador a Cristo, sem ele próprio conhecer o Salvador (Sl 34:8 e II Tm 1:12).

PERFIL DE UM EVANGELISTA

 • O uso da palavra de Deus e estudo constante Mt 12:34.

• Uma vida correta At 24:16.

• Aprendendo com o supremo ganhador de almas Mt 4:19.

• Tendo amor e espírito de sacrifício Rm 9:2,3 e Jo 4:1-30.

• Não se afastar do assunto da salvação Jo 4:9-13.

• Orar Sempre Ef 6:18,19. • É preciso amor Jo 13:1

• Apresentação pessoal Sl 103:1 • O uso da fala ICo 14:9

• O uso de folhetos e literatura em geral Mc 16:15 “e disse-lhes: ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” A Comunidade Evangélica Graça e Paz desenvolve o evangelismo em cada ministério.

Diaconisa Rose Adriano

Aprendendo a discernir tendências com as pulseirinhas do sexo

março 8, 2010

As pulseirinhas coloridas de silicone chegaram ao Brasil e estão fervendo e ditando moda entre as crianças e adolescentes principalmente nas escolas. Esta novidade é conhecida como as pulseirinhas do sexo. Para muitos a nova “onda” é algo normal, um acessório colorido, divertido e até bonito. Para outros é business, coisa de mercado, tendência… No entanto para os mais atentos, a leitura é bem diferente. Trata-se de um código de sexo, simples, criativo, elaborado para ser recebido e entendido de forma “inocente”.

A brincadeira voltada para o público adolescente é um jogo e se chama Snap. No jogo, cada pulseira colorida possui um significado, arrebentar a pulseira de determinada cor obrigaria o portador da pulseira a se submeter ao ato correspondente àquela cor. Existe uma listinha  com as equivalências (cor e obrigações).

As “inocentes” pulseirinhas coloridas que a garotada está usando para ir ao colégio, de uns dias para cá, vem deixando os pais de cabeça quente, não só eles, mas também professores, autoridades e nós como igreja do Senhor Jesus que dividimos com eles a responsabilidade social e os ensinamentos.

Na realidade as pulseiras coloridas incentivam a prática da intimidade de forma prematura sob a estratégia da inocência. Uma brincadeira audaciosa, com níveis. Até que ponto os jovens  e as crianças estão dispostos a chegar, a se dar, já que as “obrigações” vão desde um beijo até o ato sexual. É o grito da promiscuidade mascarado. Um retrato de que a inocência da infância está sendo roubada das nossas crianças diante dos nossos olhos.

 Lendo o que tem sido publicado a respeito deste modismo, percebo que os psicólogos e educadores acreditam que a melhor via de acesso para se chegar ao entendimento dessas crianças e jovens é a conversa, não apenas a proibição do uso. E nós, a partir da palavra de Deus, como vamos explicar as nossas crianças o significado dessa tendência? Nós sabemos que conforme a bíblia nos instrui “o mundo jaz no maligno” (I João 5: 19), assim sendo, esta não será a primeira nem a última vez que ele se lança com seus projetos (2Co 2:11). E preciso preparo para lidar com as ciladas (Efésios 6:11) que tem por objetivo nos desviar do caminho que  Deus tem proposto e que começa no ventre da mãe, cresce, ganha chão, vai para a escola, casa, tem filhos e depois envelhece (Pv 22:6 e Ec 12:1).

Amados irmãos em Cristo, estamos frente a mais uma estratégia que satanás tem usado para destruir a unidade da família desestabilizando a base da sociedade. Você e eu como embaixadores de Cristo (2Co 5:20), precisamos ter consciência e filtro para assimilar o que faz parte do plano de Deus para as nossas vidas e o que não faz. Também o legado que deixaremos. Sabemos que  alguém inventou essa tendência, mas, no mundo espiritual, o grande idealizador é o diabo.1Pedro 5:8 nos diz “sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”. Ele através de suas estratégias tem cauterizado a mente passiva, distraída, e de forma gradativa como em doses homeopáticas, cega o olhar e entendimento da humanidade (2 Co 4:4) para que os fatos aos nossos olhos se pareçam comuns, naturais, e é  com essa banalização dos fatos, permissividade e idéias plantadas nos corações dos homens desatentos(Jr 17:9), que ele expande o reino das trevas prevalecendo às boas maneiras e aos bons costumes (1 Co 15:33).

Não estou dizendo que as tendências têm raízes no inferno, mas essa, não nos deixa dúvida. Se  você tiver tempo e quiser conhecer algumas  estratégias antigas do diabo reveladas na bíblia, leia  Jr 32:35, o relato de uma entidade diabólica chamada moloque que Deus abominava e por conta disso repreendeu seu povo por adorar este ídolo. David Kimdi em seu comentário sobre 2Reis 23:10, diz que a imagem de moloque era de bronze e oca, acendia-se fogo dentro do ídolo. Quando as mãos estendidas do ídolo ficavam bem quentes, o sacerdote de moloque apanhava a criança das mãos dos pais e punha-o nas mãos de moloque, ao som de tambores, para evitar que o pai ouvisse os gritos de seu filhinho agonizante. Como você vê os tempos mudaram e agora ele já não tira mais os filhos das mãos dos pais apenas dessa forma cruel como na apresentação de um sacrifício narrado pela bíblia. Ele já tem suas técnicas aperfeiçoadas e agora vai tirando das mãos dos pais aos poucos na medida em que eles vão ficando vulneráveis, desobedientes  a educação promovida pelos pais e educadores. Na categoria!

Queridos irmãos, se analisarmos as maquinações de satanás, saberemos que a engenharia dele é a mesma, embora tenha se tornado mais moderna, sutil, globalizada… mas no fundo, cheias de intenções perversas. Ele tem se aproveitado de nossas distrações diárias, modismos, conceitos de humanismo e mais ainda da ignorância de alguns (Ef, 4: 18). As vezes são tantas as indicações de livros para ler… mas a bíblia não consta em nenhuma lista.

 Para quem achou essa mensagem exagerada, desnecessária ou inconveniente, eu afirmo que deve ser entendida como um alerta (Pv 23:22) e não se iludam, por mais espertos que nossas crianças e adolescentes possam ser, ainda assim são crianças e adolescentes em processo de formação do seu caráter. São preciosos.  Investimento de Deus. Por isso Jesus disse: Deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçais porque delas é o reino dos céus. Mt 14:14.

 Vamos orar, dar atenção, carinho, amor e ensinamento para que possam discernir tendências.

Sejamos firmes na nossa declaração de fé. Sejamos norteados pela palavra de Deus, sempre! 

Pr. Evandro H. Adriano

Comunidade Evangélica Graça e Paz Itajai


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